Três praças de BH e mais oito pontos da Lagoa da Pampulha são interditados

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) vai fechar mais três praças neste sábado (27/03) para evitar o congestionamento devido ao registro de indicadores da pandemia COVID-19. A medida abrange agora A medida abrange, agora, a Duque de Caxias (Santa Tereza, Região Leste), a Floriano Peixoto (Santa Efigênia, Centro-Sul) e a Arquiteto Ney Werneck (Belvedere, Centro-Sul).

Outras oito localidades da Lagoa da Pampulha também serão fechadas por grades. São eles: o Marco Zero, os mirantes Bem-te-vi e Biguá, o Vertedouro, a entrada do Museu e as praças Olavo Kafunga Bastos, Geralda Damata Pimentel e São Francisco de Assis.

A medida se aplica aos equipamentos da Avenida Avenida José Cândido da Silveira, no Bairro Cidade Nova (Nordeste); e da Rua Henrique Badaró Portugal, no Buritis (Oeste)..

Desde 7 de março, outros sete locais com potencial de aglomeração de pessoas estão fechados em BH. São eles: as praças JK, da Assembleia, da Liberdade e do Papa; os mirantes Garças e Sabiá (ambos na Pampulha) e a Lagoa Seca, no Belvedere.

“Essa é a primeira ação de muitas”, afirmou o secretário municipal de Segurança e Prevenção, Genilson Ribeiro Zeferino, na oportunidade.

Números

Belo Horizonte bateu recorde de registro de mortes por COVID-19 nesta sexta-feira. A cidade computou o maior aumento de óbitos entre um boletim e outro: 59 foram incluídos no balanço.

Portanto, a cidade chegou à marca de 3.145 vidas perdidas para o novo coronavírus.

O número de casos alcançou 138.127. São 1.198 diagnósticos a mais que no levantamento dessa quinta.

O salto de mortes acompanha o colapso no sistema de saúde da cidade, principalmente na rede particular. Os hospitais privados computam as ocupações dos leitos de enfermaria e de UTI acima dos 100%: respectivamente, 108,2% e 120%.