Pampulha teve movimentação menor e mais fiscalização no primeiro sábado da Onda Roxa em BH

Com o início da onda roxa em BH, na última quarta-feira (17), o fluxo de gente nas ruas de Belo Horizonte está diminuindo a cada dia. Neste sábado (20), a movimentação na orla da Lagoa da Pampalha mostrou redução na movimentação.

Mesmo assim, ainda existem algumas pessoas que insistem em não seguir as medidas de higiene, e passear sem usar máscaras de proteção. Há duas semanas, a prefeitura decidiu fechar praças e calçadas da capital para evitar multidões e calcular o andamento da Covid-19.

Porém, como se pode ver hoje, muitas pessoas ignoram as leis e passam a usar espaços cercados por fitas e grades, e a situação na Pampulha não é exceção.

Embora não haja piquete, as fiscalizações foram reforçadas e as pessoas foram orientadas a usar máscaras e equipamentos obrigatórios em Belo Horizonte desde julho do ano passado, e os infratores podem ser multados em R$100 reais.

Nesse sábado, muitos se arriscaram para se exercitar na orla da lagoa, correndo, caminhando ou andando de bicicleta. A Guarda Municipal ofereceu os equipamentos de proteção à quem não levou ao sair de casa.

Vale ressaltar, porém, que a Onda Roxa não restringe atividades em praças e parques dos municípios mineiros. A PBH, entretanto, já informou que vai manter as medidas determinadas pela administração combinadas às do plano estadual. Desta forma, valerá a regra mais rígida.

Em nota, a prefeitura disse que as fiscalizações e combate a aglomerações foram intensificadas em toda a capital com equipes volantes integradas, compostas por fiscais, guardas municipais e a Polícia Militar.

“Todo o efetivo da Guarda Municipal, composto por 2 mil agentes, está se revezando em turnos para atuar no apoio às ações dos fiscais de Controle Urbanístico e Ambiental e na realização de rondas preventivas periódicas pelas ruas e praças de toda a cidade, também para coibir as aglomerações e observar o uso de máscaras pela população”, diz o comunicado.